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E se o home office fosse regra?

Até 2017, por volta de 50 milhões de pessoas deverão trabalhar remotamente no Brasil. Essa é a estimativa do Centro de Estudos de Teletrabalho e Alternativas de Trabalho Flexível (Cetel), da Business School São Paulo. “O alto preço dos imóveis e o tempo perdido durante o deslocamento até o trabalho influenciam as empresas a adotar o home office”, diz Alvaro Mello, diretor do Cetel.

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Um exemplo vem da companhia química Dow, que, apesar de ter planos de crescimento no Brasil e na América Latina, tomou a decisão de não ampliar suas instalações em São Paulo em 2014. A empresa aposta em um programa de trabalho a distância, que permite que cada funcionário (exceto do chão de fábrica) cumpra suas funções de longe um dia por semana.

Os escritórios serão reformados para ter estações de trabalho mais flexíveis e de fácil adaptação para reuniões informais e trabalhos em grupo. “Os funcionários podem ajustar sua agenda, evitar o trânsito e conciliar com mais eficiência as tarefas pessoais e profissionais”, diz Susannah Thomas, diretora de RH da Dow para a América Latina.

A Unilever, fabricante de bens de consumo, investiu no trabalho remoto por causa de falta de espaço físico em sua sede paulistana. “Em 2010, quando integramos dois escritórios no mesmo prédio, percebemos que não haveria mesas suficientes, e o home office foi a melhor alternativa”, afirma Claudia Cavalcante, gerente de RH da Unilever.

Os funcionários podem trabalhar remotamente durante dois dias, e a escolha varia de acordo com as agendas. Quando estão na empresa, os profissionais não têm mesa fixa e conectam seu notebook nas baias disponíveis.

“A interação é total, e isso é ótimo, porque temos acesso aos sistemas da empresa de qualquer lugar”, diz Juliana Marra, de 34 anos, gerente de assuntos governamentais, que trabalha remotamente desde 2010.

Se o home office se tornar a regra, a tendência é que as empresas se pareçam cada vez mais com a Ticket, especializada em benefícios. Lá todos os profissionais de venda trabalham em esquema remoto desde 2005. Segundo uma pesquisa interna, 98% dos funcionários não voltariam para o estilo tradicional.

A companhia já economizou 3,5 milhões de reais com a política, além de ter um crescimento de 40% no volume de vendas. “Fechamos 35 filiais durante o período e ganhamos eficiência”, afirma Eduardo Távora, diretor de vendas da Ticket.

Para tornar o trabalho remoto possível, houve investimento em treinamento e também em tecnologia para criar um sistema corporativo que atendesse às demandas do dia a dia dos profissionais. Mas a grande preo­cupação das empresas que apostam no home office é com a motivação.

Porque, quando se fala em trabalho remoto, surge a dúvida: será que as pessoas têm disciplina e capacidade de automotivação para cumprir todas as metas sem um chefe que olhe, de perto, o que está sendo feito? A resposta é sim. “Profissionais que querem crescer na carreira entregam resultados independentemente do local de trabalho”, afirma Alvaro.

É o caso de Diego Luiz Alves da Silva, de 29 anos, gerente de negócios da Ticket, que trabalha de longe há quase quatro anos, quando trocou a área administrativa pela comercial e teve de se adaptar à rotina diferente. “Criei horários para meu expediente e também deixei claro para minha família em quais momentos estaria indisponível”, afirma Diego.

Uma das inquietações do paulistano era fazer seu trabalho aparecer. Como estava acostumado a ter o chefe ao lado, ele tinha receio de que seus resultados ficassem invisíveis. “Mas meu chefe está sempre a par de meu desempenho, tanto que ganhei uma promoção trabalhando remotamente.”

Claro que, para funcionar bem em home office, o profissional precisa desenvolver algumas habilidades, como organização e otimização do tempo. “Essas competências serão cada vez mais valorizadas, já que a tendência é que o trabalho remoto se torne cada vez mais comum”, diz Mauricio Goldstein, da consultoria Corall, de São Paulo.

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